Mar grande do norte
Foi com sentimento de alegria que Marcelo Claro, diretor-geral da
Pesca & Companhia, voltou para natal (RN) depois da primeira visita
convertida em reportagem, publicada na edição 149 (maio/2007). Ele
trouxe uma grata constatação: o destino está firme e forte como um dos
mais produtivos para a pesca oceânica no País, em especial nos ótimos
pontos de pesca de fundo com jumping jigs. Em outra reportagem, o
consultor Lester Scalon se embrenhou em labirintos de mata nativa na
Amazônia e desceu o rio Negro em plena época da cheia, até chegar aos
domínios de um dos maiores predadores da região: o tucunaré-açu, que
mostrou sua força e lavou a alma do nosso pescador.
Já o consultor Maicon Bianchi incorporou o verdadeiro espírito caipira
do paulista e ficou impressionado com a piscosidade do rio Piracicaba,
dando de cara com os dourados numa modalidade tão arriscada quanto
emocionante.
Outra estrela desta edição é um habitante das águas geladas dos rios
canadenses: o esturjão-branco, um dos peixes mais primitivos- e
esportivos. Com o status de “marlin de água doce”, a espécie pode ser
responsável pela lenda do monstro do lago Ness, já que também vive nos
lagos da escócia, país no qual a história perdura através dos séculos.
Equipe Pesca & Companhia
Sumário - Edição 160 – Abril
Pesca em Natal
A confirmação do potencial
do litoral potiguar
Rio Negro fora de temporada
O desafio de Lester Scalon
para capturar o tucunaré-açu
Gigante dos rios
A pesca do esturjão, peixe considerado
como marlin de água doce
De volta ao bom Piracicaba
A piscosidade do rio é
de novo um atrativo
Jogo rápido
Sugestões de iscas eficientes
e muito originais
Fique por dentro
O trigésimo aniversário
das artificiais da Deconto
Pesque & Aprenda
Mojo rig: a técnica para
pesca de black bass
Tralha
Conjunto ideal para o uso
de iscas de superfície no mar
Peixe do mês
Mandi: uma espécie bastante
popular nos rios brasileiro